XV
Caem os sonhos um a um
e o sangue estremece.
Caem, e ficam no chão
de quem os morde e os esquece.
Farto de seiva, o dia amadurece.
Eugénio de Andrade,
Caem os sonhos um a um
e o sangue estremece.
Caem, e ficam no chão
de quem os morde e os esquece.
Farto de seiva, o dia amadurece.
Eugénio de Andrade,
As mãos e os frutos, Vila Nova de Famalicão: Quasi, (22ª ed.),
2006, p.39.
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e porque os sonhos servem para crecer
ResponderEliminarBruno 4 9a